13.7.08

Isto não é um bilhete suicida

Tenho andado com medo de meu coração parar de bater
Confiro várias vezes ao dia se ele está batendo direito
Ando com medo
Corro as ruas da cidade
arisco,
pronto pra fugir
Faço de tudo,
menos do que preciso
Quem sabe, qualquer hora, resolvo isso
Ou isso me resolve
E, de um jeito ou de outro, acaba

(Esse foi escrito em 11 de setembro do ano passado, por ocasião dos seis anos das Torres Gêmeas, mas não por inspiração...)

4 comentários:

sua única irmã disse...

eu queria saber escrever poemas assim. Mas quando começo, logo eles viram um texto gigante.
sei lá se isso é bom ou nao..

o.O

Gabriel Ilário Lopes disse...

é bom sim, é bom, eu acho, né?!

Felipe Rangel Prado disse...

ispaider mein

Que versinhos lindos, escreva mais sobre as aranha, nego. Gosto de te ler quando falas de aranha.

Paola disse...

Mtu bom!!!mtu bom!!! mesmo...como sempre...;)